Para quê?


Aumentar níveis de resiliênciaIcon1

Hoje em dia quase nenhuma experiência no trabalho acontece sem stress, e apesar do facto de não ser possível reduzir a partir do exterior os níveis de stress que enfrentamos, é, contudo, possível trabalhar para aumentarmos os nossos níveis internos de resiliência. Isto permite-nos otimizar a nossa própria experiência interna, independentemente dos níveis de pressão (externos ou internos) que possamos enfrentar.


Icon2

Implementar processos de mudança sustentados no tempo

Implementar processos de mudança que sobrevivam ao teste do tempo é normalmente um objetivo muito desafiante, mas a partir do momento em que começamos a entender os mecanismos internos do funcionamento da nossa própria mente, muitos padrões previamente escondidos vêm à superfície, permitindo-nos entender porque é que as nossas iniciativas de mudança são frequentemente bloqueadas a partir do interior. A capacidade natural que temos para nos familiarizarmos com estes processos internos pode ser cultivada, processo a partir do qual ao longo do tempo, começamos a conseguir aumentar o espaço que temos entre os estímulos que vêm na nossa direção e a forma como lhes respondemos, ajudando-nos assim a, de forma genuína, implementar, e sustentar, processos de mudança.


Desenvolvimento de competências de liderançaCaptura de Ecrã (36)

Independentemente da nossa posição formal numa organização, todos temos de agir como líderes em certas circunstâncias, quando tomamos certas decisões-chave (para nós próprios e também para a nossa organização). O autoconhecimento é a competência fundamental que nos permite gerir a nossa experiência interna de forma eficaz e otimizar esses processos de decisão, o que é um pré-requisito para que possamos ser capazes de depois desenvolver, de forma eficaz, aqueles que nos rodeiam. Esta é a característica chave que distingue líderes de topo, que são aqueles que constroem as fundações a partir da qual as organizações conseguem atingir o seu potencial máximo.

Como?


Equilíbrio Fisiológico

Fotosearch_k8356938A autogestão da nossa fisiologia é o primeiro pré-requisito para uma gestão eficaz do stress. Enquanto fenómeno fisiológico que se desenrola no corpo, é apenas a partir do momento em que entendemos em que consiste o fenómeno do stress e aprendemos a reequilibrar o nosso sistema nervoso central, que somos capazes de assegurar a tranquilidade interior que nos permite depois gerir aquilo a que prestamos atenção. E só aí lançamos bases genuínas para otimizar o que sentimos e pensamos.

 Equilíbrio Atencional

Fotosearch_k3388243

Enquanto filtro a partir do qual construímos toda a nossa experiência, a capacidade de direcionar, e sustentar, a nossa atenção num objeto à nossa escolha é uma competência essencial, sobretudo numa sociedade onde a nossa atenção é constantemente requisitada, em parte devido à relação contínua que desenvolvemos com os nossos telemóveis, gadgets e computadores. Contudo, a partir do momento em que começamos a treinar a nossa atenção, a experiência de gerir de forma consciente a nossa atenção começa a ser uma possibilidade, o que tem consequências essenciais, sobretudo numa altura em que a natureza do trabalho está em mudança, e uma parte significativa do nosso trabalho é de natureza intelectual.

Equilíbrio Emocional

Fotosearch_k2969034É apenas quando nos tornamos conscientes dos processos emocionais que constantemente fazem parte da nossa experiência (mesmo quando não os processamos de forma consciente), que a possibilidade de gerirmos as nossas emoções realmente aparece. Contudo, este é só o primeiro passo, porque depois de notarmos essa qualidade da nossa experiência, então falta ainda desenvolver as estratégias que nos permitem gerir o que sentimos. A boa notícia é que, há medida que nos vamos tornando familiares com os nossos processos emocionais, as possibilidades de gestão da nossa experiência vão aumentando significativamente.

Equilíbrio Cognitivo

Fotosearch_k3485194

A nossa mente tem um papel crítico na forma como percecionamos a realidade que nos rodeia, pelo que entendermos o papel que os nossos pensamentos têm na nossa experiência se torna uma competência essencial, quer para podermos ser mais eficazes na implementação da mudança, quer para nos tornarmos mais resilientes. Explorar experiencialmente porque pensamos aquilo que pensamos, de onde vêm os nossos pensamentos ou como podemos afetar a qualidade das ideias que temos, são competências fundacionais da gestão da nossa produtividade e bem-estar.

Anúncios